O PODER DO PENSAMENTO

Somos seres tripartidos, divididos em corpo, alma e espirito.


É por meio do corpo que manifestamos aquilo que de fato está acontecendo dentro de nós.


O problema não são nossas ações, o que acontece com o corpo, mas o que permeia nossa alma, nossa mente. Nosso corpo apenas revela aquilo que de alguma forma entrou dentro de nós.



Para entendermos melhor sobre a alma é necessário conhecermos quem são estes 3 elementos:


1. Espírito

Nosso espírito é a parte que toca a Deus. Uma parte imaterial, não palpável, mas que pelo próprio Deus temos a certeza de que ela existe.


É por meio de nossa essência espiritual que testificamos a existência de Deus.


2. Corpo

Nosso corpo é parte visível, é a externalização do que pensamos e sentimos. O corpo é a maneira pela qual conhecemos o mundo e o mundo nos conhece.


Quando uma pessoa ao deitar, abraça o travesseiro e pensa em seu amor, essa atitude é o seu corpo externando aquilo que está em sua alma. É a alma externando o afeto que há dentro de nós.


3. Alma

A alma é aquilo que pensamos, sentimos e decidimos.


Na psicologia o termo psique é utilizado para se referir à alma. Outra palavra bem utilizada é o meu “EU”, quem eu sou.


Embora crescemos escutando o dito popular “querer não é poder”, quando se trata de pensamento a regra é exatamente o contrário, “querer é poder”. O que quero dizer, é que muitas coisas que fazemos, emoções que sentimos e até doenças que sofremos têm sua origem em nossos pensamentos.


Nossos pensamentos se originam de duas formas:


1. Ambiente – Pessoas, lugares e circunstâncias

2. Percepções – Recordações e experiências vividas


Com exceção das reações automáticas ou de ações repetidas promovidas pelo hábito, o que fazemos tem origem nos pensamentos.


Veja os exemplos abaixo:

a) Antes de chegar a loja de automóveis Ricardo, não pensava em comprar um carro. Contudo, o ambiente, a cortesia dos vendedores, o designer do carro e as facilidades de pagamento o animaram a considerar essa possibilidade. Foi para casa pensou no assunto, imaginou-se dirigindo o carro, mais novo, mais seguro, mais econômico. Em um dia, fechou o negócio.


b) Maria se relacionava bem com seu cônjuge. Porém, um belo dia teve uma discussão desagradável com ele, e ficaram por um longo período sem se falar. Por ter sofrido muito com as duras palavras que recebeu tinha decido não fazer as pazes. Quanto mais relembrava o momento do desentendimento, mais ficava com raiva, era como reviver novamente aquelas emoções, além de sentir taquicardíaca, quando não náuseas.


Nestes casos vemos uma relação entre pensamento, sensações e decisões. Se seus pensamentos, suas reflexões fossem diferentes, certamente veríamos um outro rumo para cada história.


De qualquer forma somos responsáveis por nossos pensamentos. Responsáveis por nutri-los, ou rejeitá-los. Sabemos exatamente o que fazer quando estamos com uma indisposição física, ou tomamos remédio, ou procuramos um médico, por outro lado, poucos sabem o que fazer quando estão ansiosos, estressados ou deprimidos.


Se não se sente bem, não hesite, procure um profissional, estes estados são tóxicos e devem ser combatidos.


Renato Zancheti

Master Coach

Hipnoterapeuta

Constelador Familiar

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